Roberto Roche, no artigo “Segurança do trabalho é um trabalho em equipe?”, provoca uma reflexão necessária sobre cultura de segurança e colaboração nas organizações. Falar de trabalho em equipe é fácil, mas colocá-lo em prática exige método, consistência e métricas claras. O desafio está em sair do discurso e transformar intenção em comportamento diário. Quando a cultura não é definida nem medida, a segurança vira apenas um desejo e não um resultado sustentável.
Segurança do trabalho é um trabalho em equipe?
Por: Roberto Roche
Com toda a conversa sobre cultura de segurança e trabalho em equipe, você pensaria que haveria mais metodologias desenvolvidas para moldar a cultura e crescer o trabalho em equipe.
No entanto, acho que a maioria das organizações fazem mais desejando e falando do que moldando.
Sentar um grupo de pessoas em uma mesa e chamá-los de equipe não é assim.
Da mesma forma, ter líderes que prestam serviço labial à cultura não move uma cultura em direção à excelência.
As organizações precisam olhar para as características e capacidades que fazem um bom trabalho em equipe e cultura e cultivá-las sistematicamente.
A falta de boas métricas acerba ainda mais este problema.
A maioria das organizações não tem métricas que reflitam o nível de trabalho em equipe ou descrevem com precisão os elementos de uma excelente cultura de segurança.
Certamente, a medição não é, por si só, gestão.
Mas é impossível gerenciar efetivamente algo que não é medido.
Antes de decidir que você tem um grande trabalho em equipe e uma boa cultura de segurança, defina o que são essas coisas e comece a medir seu progresso em direção a elas.
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