Como fazer planilha de controle de EPI?

Como fazer a planilha de controle de EPI é uma das perguntas mais frequentes nas empresas. Para respondê-la é preciso compreender o universo em que estão inseridos esses equipamentos, como gerenciar estoque (essencial para uma GESTÃO DE SEGURANÇA EFICIENTE), validade, entre outros pontos relacionados ao tema, principalmente entender o objetivo de auxiliar o gestor a administrar a movimentação da entrada e saída dos EPI. O uso dos EPI é fundamental para minimizar ou eliminar os riscos presentes no ambiente de trabalho, que não foram possíveis serem eliminados pelas medidas de controle. A simples informação de que EPI é eficaz, é muito frágil. Será preciso, provas robustas, consistentes e inequívocas do atendimento ao requisito legal para proteção da empresa.

Acompanhe nosso artigo e veja como fazer uma planilha de controle de EPI.

Como controlar o estoque de EPI?

A melhor forma de controlar o estoque de EPI é investindo em um Software de Gerenciamento e Registro Eletrônico de entregas de EPIs e materiais com biometria (offline).

O dataEPI, sistema da RSData, é um exemplo de como a tecnologia veio para informatizar e inovar no gerenciamento e registro eletrônico de entregas de Equipamento de Proteção Individual (EPI), através do controle de estoques, custos e demandas.

Focando no gerenciamento e  controle de prazos e consumo, este sistema monitora as movimentações, verifica a disposição do estoque e possibilita a retirada dos EPIs e materiais com ou sem a confirmação eletrônica (biometria, código de barras e Rfid). 

Além disso, o mesmo também realiza o controle de materiais vestimentas  e uniformes com opção da gestão de grade (P|M|G). Junto a todas estas funcionalidades a uma outra vantagem que temos em fazer esta gestão eletrônica é que temos muito mais segurança em termos de não extraviar as fichas de EPI e a guarda eletrônica, que deve ser feita por 20 anos que da o histórico e comprova a evidência das trocas e gerenciamento.

No próximo artigo falaremos então de como fazer uma gestão de estoque! Fique atento e nos acompanhe nas midias sociais.

Como você controla a validade de seus EPI?

Analisando o dispositivo legal podemos concluir que não há validade definida. Varia de acordo com o tipo de atividade, as características do ambiente e perfil do trabalhador que faz uso.

A validade consolidada, de fato, refere-se ao CA – Certificado de Aprovação, que não se confunde com a validade de uso na prática do dia a dia pelo trabalhador. Uns podem durar mais. E outros menos. 

É sim obrigatório o controle (gerenciamento, ação, execução) do vencimento da validade do Produto dado pelo fabricante. Auditorias neste sentido são recomendáveis.

Informações estatísticas determinam a validade?

Um exemplo simples seria fazer o levantamento de dados de fornecimento dos últimos doze meses e gerar informações estatísticas referente ao consumo no período e relativo aos setores e cargos; e tratar os resultados para definir os prazos e duração interna. 

Na prática, podemos dizer que isso é presunção, ou seja, uma estimativa para simples orientação, uma média de durabilidade do EPI por atividade, tarefa ou função. São diversos os fatores que podem alterar num mesmo período esta durabilidade. Logo, é importante esta estimativa por ordem de grandeza.

Após identificar uma média de tempo de consumo e desgaste com base na realidade da empresa, ficará mais prático fazer a programação interna de substituição para as situações aplicáveis.

Para os casos atípicos que surgirem, a alternativa seria lançar mão do percentual de reserva mantido no estoque e reposição imediata no caso de danos, extravio ou outra situação que for apresentada pelo trabalhador/usuário.

Vale lembrar que o padrão aplicável em uma empresa pode não ser a mesma em outra, assim como também pode ser definido pela recomendação do fabricante.

Quem faz o controle de EPI?

A indicação do EPI adequado ao risco é prerrogativa legal de profissional habilitado em SSO. Considerando a hierarquia das medidas de controle, resta ao empregador:

a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;

b) exigir seu uso;

c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;

d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;

f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,

g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.

h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.

Quando devemos fazer um Cheklist nos EPI?

Com a tecnologia é possível cadastrar e gerenciar os checklist a serem aplicados na empresa, apontando as conformidades, ações corretivas das não conformidades sinalizadas, bem como definindo responsáveis na sua execução, e depois gere gráficos de gerenciamento com dados estatísticos.

Com os EPIs não poderia ser diferente. Mas, quando devemos fazer um Cheklist nos EPI? A resposta certa é: periodicamente, conforme indicação de cada equipamento. Essa ação visa identificar irregularidades antes do uso podendo, desta forma, reparar possíveis erros.

Quais os requisitos mínimos que devem ter num checklist de EPI?

Algo que muitas vezes os profissionais esquecem, até mesmo porque estão focados na gestão propriamente dita, mas que é fundamental, é a identificação da empresa, que deve estar logo no início, seguido dos demais dados que a identifiquem. Logo após faz-se a identificação do EPI, também com dados de identificação e procedência. Feitas as identificações, sugere-se que se façam as seguintes abordagens:

  • O equipamento é realmente um EPI? Para ser considerado EPI deve, no mínimo possuir CA válido e estar listado na NR 6 Anexo I. NR 6.4 e PORTARIA SIT/DSST Nº 194 DE 07.12.2010?
  • O EPI fornecido é utilizado e adequado ao risco? 
  • Foi realizada a hierarquização das medidas de controle?
  • A empresa possui sistemática de Inspeção e revalidação periódica de EPIs? Registros estão em dia?
  • Foi feita a avaliação de conforto pelo trabalhador/usuário?
  • Foi dada as instruções de uso, manuseio e armazenamento?
  • Avaliar o prazo de validade do EPI – CA e vida útil
  • Foi feito o treinamento de utilização do EPI?
  • Feito o preenchimento da Ficha de Registro do EPI?
  • Feito o Controle de Validade dos ensaios periódicos (Ex. Luvas AT, Capacete Eletricistas, Mangas AT, Luvas BT, Cinto de Segurança)?
  • Existe caracterização da Atividade/função (Quadro Básico: EPIs x Função)

Estas são algumas das ações que devemos ter atenção no checklist do EPI, para saber todos os 18 critérios para comprovação da eficácia do EPI, sugerimos fazer o curso: 18 Critérios para determinação de eficácia do EPI, do Pedro Pereira, profissional extremamente capacitidao e habilitado em lhe passar as melhores práticas de mercado.

Software para controle de EPI é a solução para mais Segurança nas empresas?

A resposta é: SIM!

O dataEPI, Gerenciamento e Registro Eletrônico de Entregas de EPIs Online/Offline (NR 6), provê maior mobilidade para a entrega de EPIs: simulações de entrega, controle de estoque e disponibilidade (módulo offline); gerenciamento (execução, ação de controle) de estoques múltiplos: com custo e previsão de demanda, e com alertas programáveis de estoque máximo e mínimo, com fluxo entre eles.

Além disso, o sistema também promove a personalização e parametrização de vencimentos de vida útil de EPIs conforme atividade exercida, com geração automática de novos prazos após realizada a entrega.

A RSData fornece a geração automática das Fichas, Registro de Entrega de EPIs com assinatura biométrica identificando dia, hora, minuto da entrega. E também vincula os EPI aos riscos: com recomendação automática de treinamento. Todas as fichas de EPIs são protegidas com criptografia de dados, evitando extravios e contribuindo para a sustentabilidade.

Quer saber mais sobre esse recurso de gestão oferecido pela RSData? Acesse: https://www.rsdata.com.br/.

Categoria

Últimas Postagens

Siga a RSData

Inscreva-se em nossa Newsletter: