Roberto Roche, no artigo “Previsão”, compara a segurança do trabalho à capacidade de antecipar cenários antes que o problema aconteça.
Assim como no xadrez, bons gestores de SST precisam pensar alguns movimentos à frente. O desafio está em perceber sinais fracos, especialmente em riscos de baixa probabilidade.
Por isso, estimular a pergunta “e se?” dentro da empresa é um passo essencial para uma cultura de segurança mais madura.
Previsão
Por: Roberto Roche
Onde eu morei, brincávamos sobre a capacidade das pessoas da previsão do tempo na televisão quanto a sua precisão a previsão.
Um meteorologista de um canal de televisão estava normalmente errado 60 % das vezes simplesmente prevendo se iria ou não chover amanhã.
Teoricamente, você poderia bater 50% lançando uma moeda.
Uma chave para a segurança proativa é prever quais condições e comportamentos são mais propensos a resultar em uma lesão acidental.
O desafio de fazer isso com precisão são os riscos de baixa probabilidade.
A experiência pessoal e o bom senso tendem a perder os sinais fracos enviados por riscos de baixa probabilidade.
Eles não são óbvios a menos que você estude grandes conjuntos de dados.
Os mestres de xadrez diferem do enxadrista médio em sua capacidade de pensar movimentos à frente.
Bons gestores em segurança compartilham o dom do mestre do xadrez em sua capacidade de prever como certas condições e/ou ações se tornarão se não forem alteradas.
Fazer com que todos na organização pensem “e se?” é fundamental para alcançar a excelência em segurança.
O que você está fazendo para ensinar essa habilidade e como você está medindo o progresso em direção a este objetivo?
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