Saiba o que mudou no PGR

Com o objetivo de proteger os trabalhadores e promover mais segurança e saúde no espaço laboral, diversas alterações aconteceram nas normas que regulamentam o setor. Em ano de 2020, aliás, mais adaptações foram feitas, desde mudanças nas NRs, fim do PPRA, início do PGR, chegada do GRO, entre outros pontos.

Uma das perguntas mais frequentes nas empresas é sobre o PGR e quais foram os quesitos alterados. Quer saber o que mudou no Programa de Gerenciamento de Riscos? Vamos falar sobre o assunto neste artigo.

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O que é o PGR?

O PGR é um documento que define a política e as diretrizes de um sistema de gestão, com vista à prevenção de acidentes em instalações ou atividades potencialmente perigosas.

Seu objetivo é prover uma sistemática voltada para o estabelecimento de requisitos, contendo orientações gerais de gestão, com vistas à prevenção de acidentes.

(Aproveite e dê uma olhada nessa aula sobre PPRA, GRO, PGR: os Novos Conceitos e níveis de gestão e gerenciamento).

O que deve contemplar o PGR?

É interessante observar que mesmo sendo um PGR direcionado principalmente aos aspectos ambientais, ele deve contemplar muitos pontos semelhantes ao PGR da “Nova NR01”. Confira:

− Caracterizações do empreendimento e do entorno;

− Identificação de perigos;

− Revisão do Estudo de Análise de Risco ou da identificação de perigos;

− Procedimentos operacionais;

− Gerenciamento de modificações;

− Manutenção e garantia de integridade;

− Capacitação de recursos humanos;

− Investigação de incidentes e acidentes;

− Plano de Ação de Emergência (PAE);

− Auditoria do PGR.

Afinal, o que mudou no PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos?

É fundamental entender a diferença entre PPRA e GRO antes de falarmos sobre mudanças. Enquanto o primeiro gerencia os riscos ambientais, que dizem respeito apenas aos riscos físicos, químicos e biológicos, o segundo faz o gerenciamento de riscos ocupacionais, que incluem também riscos ergonômicos e de acidentes.

Do PPRA ao PGR, as mudanças visam melhorar as condições de implementação de programas de segurança, além de reduzir custos. 

O PGR se torna, portanto, menos burocrático na sua implementação, com período de renovação mais longo se comparado a outros programas de segurança. Porém vale lembrar que ele não é um programa estático, ele é composto por ações diárias com objetivo de melhorar a gestão de SSO.

Ademais, a nova redação prevê que as organizações sejam responsáveis por suas ações, deixa de ser “o que fazer” e passa a ser “como fazer”, dando liberdade de gestão com autonomia em adotar as melhores práticas e metodologias para atender aos processos particulares de cada empresa. Outro ponto super importante e que deve ser ressaltado é que o PGR entra na era digital, isto é, as empresas podem ter uma gestão mais efetiva, com menos desperdício de papel, podendo usar meio eletrônico para gestão e apresentação da documentação de segurança e saúde do trabalho aos fiscais do Ministério do Trabalho.

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Para se adequar à realidade e promover a cultura de segurança que precisamos, um software com Legislações Nativas e equipe de multiprofissionais altamente capacitados é uma ótima solução. 

Com interface amigável e diversos recursos para aprimorar a Gestão da SST, analisando as informações cadastradas e definindo as principais estratégias de melhorias contínuas dos processos de SST e de proteção ao trabalhador, o gerenciamento dos registros e conformidade de segurança em tempo real se tornam processos simples e seguros.

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Ao escolher a RSData como parceira tecnológica, é possível gerir o Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho de acordo com a Legislação Previdenciária, e ainda com associação a Legislação Trabalhista, onde os Laudos de Insalubridade e Periculosidade individual ou coletivo são gerados automaticamente, conforme o perigo. 

Da mesma forma, o dataSEESMT possui controles de segurança específicos para a gestão ocupacional da sua empresa.

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