Gestão em SST: qual o preço da insegurança?

Você já parou para pensar qual é o preço de um acidente? Será que o prejuízo humano pode mesmo ser calculado? E o que a falta de uma gestão eficiente em SST pode causar a uma empresa, seja ela pequena, média ou grande?

Podemos dizer o que valor a ser pago por quem não investe em um software de segurança é, de fato, incalculável. Primeiro, e o mais óbvio, porque não está proporcionando um ambiente controlado aos seus colaboradores.

Ou seja, não faz a gestão eficiente de cada funcionário, alimentando as informações necessárias, monitorando se o mesmo transita com os equipamentos necessários pela empresa, entre outros.

Não fazer isso é infinitamente mais caro, sem dúvida alguma. Segundo, e não menos importante, pelo simples fato de que há um novo paradigma relacionado à segurança e saúde do trabalhador, onde a fiscalização se fará muito mais eficiente a partir de junho de 2021, quando o e-Social entrar em vigor.

Bom, diante destes dois fatos e alguns outros que já falamos ao longo deste ano no blog da RSData, ressaltamos que os riscos de acidentes podem ser prevenidos, evitando as situações no ambiente de trabalho com potencial de causar dano instantâneo, material ou pessoal, aos quais os trabalhadores estão expostos.

Vale ressaltar que os riscos ambientais e ergonômicos produzem efeitos nocivos que aparecem, geralmente, após certo tempo. Porém, os riscos de acidentes têm a capacidade de causar dano instantâneo. É por esta razão que a gestão se torna protagonista quando falamos em SST.

Os três pilares desse protagonismo são: prevenção dos riscos, proteção dos funcionários e gerenciamento de mudanças na rotina da organização que possam trazer mais segurança ao ambiente.

Além de tudo isso, partindo do pressuposto que não há mais como justificar o não investimento em SST, existem muitas normas regulamentadoras (baixe nosso e-book sobre elas), portarias, instruções e artigos da CLT que regulamentam as práticas que devem ser adotadas para Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho.

Ou seja, existe uma legislação complexa que a companhia precisa seguir. Quando uma organização não compactua com essas condições que são estabelecidas, ela está sujeita a eventuais multas e processos trabalhistas.

As empresas ganharam mais um fôlego para correr atrás da adequação necessária para reduzir custos, aumentar a produtividade e permanecer atuante nesse mercado cada vez mais acirrado – e em infinitas transformações.

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