Gestão de Matriz de Risco: faça direito e evite dor de cabeça!

A Matriz de Risco, também conhecida como Matriz de Categorização de Risco, é uma ferramenta utilizada no gerenciamento de riscos para avaliar visualmente a gravidade e a probabilidade de ocorrência de possíveis acidentes, lesões ou danos à saúde.

Por meio de gráficos, essa matriz permite identificar o nível de risco associado a cada situação, auxiliando na priorização das ações necessárias. Seu principal propósito é identificar os riscos que demandam maior atenção, fornecendo uma visão clara sobre a probabilidade de ocorrência de acidentes, doenças ou danos à saúde, a fim de priorizar as medidas a serem adotadas no plano de ação para minimizar esses riscos provenientes de perigos identificados.

Em outras palavras, a Matriz de Risco atribui um nível de risco ocupacional para cada perigo, levando em consideração uma combinação entre a gravidade estimada dos acidentes, lesões ou danos à saúde e a probabilidade ou chance de sua ocorrência. É relevante destacar que a classificação da gravidade das lesões ou danos à saúde deve considerar tanto a magnitude das consequências dos acidentes quanto o número de trabalhadores potencialmente afetados.

Ok, e como o RSData me ajuda nisso?

Como um dos softwares de gestão de Segurança e Saúde do Trabalho mais completos e confiáveis do mercado, o RSData auxilia as empresas e profissionais no preenchimento da Matriz de Risco de forma correta, com o propósito de prevenir ocorrências, melhorar o cuidado com as pessoas e manter a empresa em conformidade com a legislação, evitando penalizações e prejuízos. 

Como fazer?

No menu do RSData, busque por Matriz. O usuário pode fazer uma cópia e editar ou ainda incluir outras matrizes desejadas. A matriz e seus eixos de probabilidade e gravidade são apresentados, mas o usuário pode contextualizar outra matriz dentro do software.

A priorização é o campo onde, de acordo com a seleção desses dois itens, o sistema buscará e onde constará a categoria do risco que servirá de base para o inventário, a cor e o prazo estabelecido para ser gerenciado para fins do plano de ação.

Uma particularidade do RSData é que o usuário marca o nível de ação, o que reflete na parte do PCMSO, documento voltado para a área da medicina. Conforme a categoria e o valor, bem como sua descrição, o agente associado constará junto ao Programa. É um alerta que, de acordo com a categoria selecionada, o sistema faz a conexão com essa parte do documento.

Posso usar mais de uma matriz em uma empresa?

Sim! No RSData é possível usar várias matrizes diferentes para os agentes, não sendo necessário ficar preso a uma única matriz. É possível ter duas matrizes diferentes, por exemplo, de acordo com o histórico de levantamento de dados, tudo relacionado ao mesmo risco. Por exemplo, se fiz uma avaliação de ruído no ano de 2022 e usei a matriz A, agora quero usar a B em 2023. Sendo assim, posso ter essas duas voltadas para o mesmo agente. Esses detalhes tornam o RSData diferente dos outros.

A vinculação da matriz está voltada aos agentes nocivos. Em fatores de risco, seleciona-se a empresa e o setor, claro que isso deverá estar na base já. Tenho, então, um cadastro de ruído. Os lançamentos se baseiam com data início e data fim, o que permite ter várias avaliações a cada ano.

Para isso, basta selecionar a matriz desejada. E conforme a expertise do usuário, ele determina qual a gravidade referente ao risco ruído que está monitorando. O sistema já faz o cruzamento e mostra a categorização. No software tem a categoria de riscos atual, que significa o que já foi aplicado,  e o resultante residual, que seria a sobra disso.

Que outros recursos diferenciam o RSData?

Vale reiterar que o RSData também trabalha na orientação quanto à utilização do EPI e às medidas que servirão de auxílio na hora de categorizar cada risco. No caso do ruído, se o valor for acima de 85, por exemplo, será gerada ainda outra etapa. Além da verificação do EPI, haverá indicação de aplicação de novas medidas para reverter o problema. Para fins de conformidade isso é essencial. 

Outro ponto interessante é o remanejamento dos colaboradores, dependendo da análise de alguns exames. É o caso dos funcionários que possuem alguma perda auditiva, por exemplo. Caso não seja possível integrá-lo em outro local será, no caso de operadores de máquinas, será preciso proteger a máquina ou ainda escolher a variável mais adequada. Assim, para o próximo ano, você tem condições de refazer o caminho e voltar aos índices normais e aceitos pela legislação. 

Com nosso software é possível entender e acompanhar se as medidas são efetivas. A matriz veio como uma forma de orientação, como se fosse um guia para o profissional se basear e é claro, é o que condiz com a NR1. Depois, isso tudo vai impactar no PGR. 

O RSData, como já explicamos, se baseia na data de início e de fim prevista no lançamento do agente, e já conforme o prazo estabelecido na matriz. Na prática, o próprio programa sugere uma data de conclusão. É possível alterar essas datas? Sim, mas sempre justificando o motivo. 

Claro que isso é um exemplo: estamos falando em um agente, o ruído, mas esse processo deve ser feito em todos os agentes que forem identificados dentro da atividade que os funcionários exercem. Qualquer equívoco de cadastro pode ter uma consequência forte lá na frente, especialmente a parte de e-Social. 

Vale dizer que também que o RSData provê a API para integração, que pode ser usada para conectar com outros softwares de contabilidade, Folha de pagamento, RH, almoxarifado, sempre compartilhando informações em tempo real.

O RSData trabalha com servidores profissionais com alta taxa de disponibilidade, seguindo as melhores práticas de segurança da informação na nuvem. O mesmo faz também o diagnóstico e a pré-validação das informações dos eventos de SST, com fluxo de aprovação e mensageria do XML ao eSocial. Isso sem falar na atualização legal, que é automática.

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