Conheça a diferença entre EPI e EPC

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Você sabe a diferença entre EPI e EPC?

Proporcionar um ambiente seguro e saudável para o trabalhador evita uma série de problemas futuros e, claro, minimiza os riscos de acidentes. Para isso, os empregadores precisam investir em Equipamentos de Proteção Individual e Equipamentos de Proteção Coletiva.

 

Porém, você sabe a diferença entre EPI e EPC? 

Antes de entrarmos neste ponto específico, vale ressaltar que o número de casos de acidentes de trabalho no Brasil passa de 700 mil por ano. O alarmante número coloca o país no quarto lugar do ranking da Organização Internacional do Trabalho das nações com maior incidência deste tipo de acidente.

Conhecer os equipamentos disponíveis e a melhor forma de geri-los dentro da empresa é um pilar importante para melhorar esses dados.

 

Afinal, você sabe a diferença entre EPI e EPC? 

Antes de mais nada, é preciso entender que Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) são utensílios individuais para cada funcionário e servem para evitar danos à saúde e à vida no ambiente laboral.

Já os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s) são utilizados coletivamente, ou seja, por todos os colaboradores. Esses itens encontram-se instalados no próprio local de trabalho, podendo ser fixos ou móveis.

Entre alguns exemplos de EPI´s estão: proteção da cabeça (capacete e capuz), proteção dos olhos e face (óculos e máscaras), proteção auditiva (protetor auricular e abafadores), proteção respiratória (respirador), proteção do tronco (coletes), proteção dos membros superiores (luvas e braçadeiras) e proteção dos membros inferiores (botas e calças).

Como exemplos de EPC´s podemos citar: as redes de proteção, sinalizadores de segurança, extintores de incêndio, lava-olhos, chuveiros de segurança, exaustores, cavaletes, grades de contenção, corrimão, piso antiderrapante, kit de primeiros socorros, entre outros.

 

EPI x EPC: a união faz a força

É importante que EPI e EPC trabalhem juntos, afinal ambos têm a missão de evitar acidentes. Ademais, é fundamental compreender as particularidades de cada equipamento e garantir que sejam utilizados da forma correta no dia a dia.

Desde já, a correta utilização desses itens é o que de fato vai garantir que os riscos sejam minimizados. Ou seja, cabe à empresa orientar o trabalhador sobre como deve ser usado, conservado e armazenado cada um deles.

Normalmente, o primeiro passo, então, é mapear os riscos de cada setor, identificando quais EPC´s são necessários para a segurança e proteção da equipe de trabalho.

O segundo passo, claro, é definir quais EPI´s, segundo a NR 6, serão utilizados pelos funcionários, adequando tamanhos e números individualmente.

A melhor forma de garantir um ambiente laboral saudável é unindo as duas coisas, investindo na qualidade desses equipamentos, na conscientização e na gestão dos mesmos.

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Quando utilizar os EPI´s e os EPC´s?

A resposta é simples: os equipamentos devem ser utilizados sempre que o risco existir, seja para saúde ou segurança de quem está trabalhando. Além disso, é preciso compreender onde os riscos poderão ser eliminados ou reduzidos.

Em cada ambiente e situação, por exemplo, poderá existir um tipo de risco. Sendo assim, o equipamento de proteção terá de se adequar a cada trabalho.

Contudo, vale ressaltar que em casos de limpeza técnica a utilização de produtos químicos específicos pode definir o tipo de equipamento.

Já o EPC deve estar inserido no ambiente laboral mesmo que o EPI não esteja em uso. Por exemplo, a grade de proteção para uma máquina deve ser instalada, ainda que a máquina esteja desligada.

Neste mesmo caso, aliás, o EPI só precisaria ser colocado no ouvido com a máquina ligada, gerando o ruído que se quer minimizar.

 

Invista na gestão dos equipamentos

Agora que você já conhece melhor a diferença entre EPI e EPC, fica mais fácil decidir fazer a gestão de cada um.

Afinal, você já parou para pensar qual é o preço de um acidente? Será que o prejuízo humano pode mesmo ser calculado?

Investir na gestão eficiente de cada funcionário, alimentando as informações necessárias, monitorando se o mesmo transita com os equipamentos necessários pela empresa e qual a qualidade desses itens é o que vai dizer se a sua empresa oferece um ambiente seguro ou não.

Não fazer isso é infinitamente mais caro, sem dúvida alguma. Não apenas porque é obrigação do empregador garantir esse espaço saudável, mas porque a fiscalização se fará muito mais eficiente a partir de junho de 2021, quando o e-Social entrar em vigor.

Prevenção dos riscos, proteção dos colaboradores e gerenciamento na rotina da empresa determinarão os caminhos para os próximos tempos.

 

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