Devo adquirir um software para o eSocial, GRO e PGR?

Para responder essa pergunta se devo ou não adquirir um software para o eSocial, GRO e PGR, precisamos primeiro atentar para essa outra: se a tecnologia presente diariamente na sua vida consegue facilitar a rotina de seu cotidiano, por que nas empresas um software de gestão não facilitaria também as tarefas diárias?
Bom, em se tratando de SST e prevenção de acidentes no ambiente laboral, claro, essa resposta é uma só: sim, você deve adquirir um software para gestão do eSocial, GRO e PGR.

Mudar e transformar para se adaptar 

A transformação é necessária para que uma empresa se adapte a cada nova realidade. Há algumas décadas, essas mudanças demoravam anos. No entanto, com o mundo cada vez mais globalizado, as mudanças ocorrem a todo o momento.
Por isso, toda organização deve desenvolver um plano de gestão, onde são previstos alguns riscos. A urgência aumenta quando entendemos que a NR 1 vai trazer uma nova estrutura para a gestão de segurança do trabalho.
Aliás, vale ressaltar que não se trata somente de uma mudança de siglas, mas de uma transformação estrutural na gestão das empresas.

Aceitar a mudança já é um bom começo

Além disso, uma lei alterada pode tornar um negócio inviável se não houver a gestão eficiente dos processos.
Aceitar que sem um software para gestão do eSocial, GRO e PGR tudo fica mais difícil em SST, além de bastante improdutivo, é o primeiro passo para a mudança.
Transformar a mudança em oportunidade de melhoria é tornar-se, inclusive, mais competitivo no mercado.

GRO: vamos entender o que mudou? 

Em dezembro de 2019, foi aprovada a criação de outra norma regulamentadora para a gestão dos riscos ocupacionais em todo país.
Além de modificar normas em complemento, ela veio para que novas formas de ver e gerir a segurança acontecessem.
Oficialmente publicada três meses depois, em 9 de março de 2020, essa norma foi incorporada à NR-01 e foi denominada Gerenciamento de Riscos Ocupacionais ou GRO.

Qual o objetivo do GRO?

O objetivo do GRO é elaborar uma forma mais assertiva de identificar e gerenciar os riscos em empresas e indústrias.
Vale ressaltar que o mesmo excluirá o preenchimento do PPRA – documento até então necessário para fazer a gestão dos riscos ambientais.
Para minimizar processos, otimizar tempo e eliminar parte da burocracia que envolve o assunto, o GRO possui um método único para que os riscos sejam percebidos e as ações sejam tomadas em tempo de evitar acidentes.
Não vai ser tão simples gerir sozinho, aliás, se tornará muito complicado fazer isso sem especialistas por trás de todo processo.

PGR pede um plano de ação bem elaborado

O Programa de Gerenciamento de Riscos ou PGR visa identificar, mensurar e sugerir medidas para prevenir acidentes ambientais que possam representar riscos à integridade física dos trabalhadores, à segurança da população e à segurança do meio ambiente.
Ademais, o Programa precisa contemplar um plano de ação bem elaborado para que eventuais impactos sejam minimizados ou eliminados.
Você vai precisar de uma solução que faça o burocrático, permitindo-lhe focar nas decisões mais importantes para sua empresa.

O que muda a partir de agosto?

Na prática, ao observar o PGR será preciso avaliar também os riscos ergonômicos e mecânicos, sendo mandatória a inserção de questões como levantamento manual de cargas, risco de queda, explosão, incêndio e outros, por exemplo.
As empresas, agora, terão de fazer a gestão de riscos ocupacionais a partir da identificação dos perigos existentes em suas organizações, visando a implementação de medidas preventivas que minimizem ou eliminem os efeitos dos riscos.

Está ficando claro por qual razão um software de gestão fará diferença na rotina da sua empresa?

Atenção: o que diz a nova redação

Implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo com a seguinte ordem de prioridades:

  1. eliminação dos fatores de risco;
  2. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de proteção coletiva;

III. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas administrativas, ou de organização do trabalho;

  1. adoção de medidas de proteção individual.

E-Social na linha de Segurança e Saúde do Trabalho (SST)

Algumas coisas já mudaram desde que se começou a falar, nas instâncias governamentais, em relação ao eSocial na linha de Segurança e Saúde do Trabalho (SST).
Tanto para o que já mudou, quanto para o que virá pela frente, o único cenário benéfico para as empresas é o de estar preparado.

Gestão de SST ou prejuízo para a empresa

No atual cenário, é isso ou preparar o bolso para arcar com prejuízos decorrentes da necessidade de adaptações às pressas.
Acredite, mesmo com a nova data para entrar em vigor, agosto de 2021, o tempo ainda é curto para garantir atendimento às novas regras e campos sem incorrer em qualquer inconformidade que possa resultar em penalização.
A gestão das pessoas e de SST implica em compromisso, indicadores, melhoria contínua e auditorias.

A melhor solução para sua empresa

As ferramentas e plataformas de gestão com tecnologia e automatização permitem que sejam inseridas informações e extraídos dados e indicadores adequados para análise e desenvolvimento da gestão e estratégia da área.

A escolha é sua, mas a dica é: movimente-se o mais rápido possível e busque uma solução que aumentará a segurança dos seus trabalhadores e, consequentemente, a produtividade da sua empresa.
Bom, o que vem com tudo isso você já pode imaginar: mais segurança, mais tempo para focar no que é estratégico e pessoas mais comprometidas e felizes desempenhando suas funções.

Categoria

Últimas Postagens

Siga a RSData

Inscreva-se em nossa Newsletter:

Pular para o conteúdo